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“O mais importante é que a comunidade não deixe de apostar no futuro e também no território”

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Ana Isabel Felício
Ana Isabel Felício
Comecei a trabalhar no Jornal Cidade de Tomar em 1999. Já lá vão uns anitos. Depois de sair da Universidade e de todas as dúvidas e dificuldades que surgem, foi-se construindo um caminho de experiência, com muitas situações, muitas pessoas, muitas aventuras e, claro, muito trabalho. Ao fim de todos estes anos, apesar de todos os percalços que a vida nos vai dando, cá estou, todos os dias a fazer o meu trabalho o melhor que sei, aprendendo com os que me rodeiam e também ensinando alguma coisa.

Face à situação que todos vivemos e às incertezas que temos, o “Cidade de Tomar” solicitou ao presidente do Instituto Politécnico de Tomar (IPT), João Coroado, que nos falasse sobre como esta instituição de ensino superior está a viver esta fase de pandemia. Nesta entrevista, o presidente do IPT sublinha que “apostar na formação superior e estudar ao longo da vida são mais-valias e fortes contributos para uma sociedade informada, próspera e saudável”.

Cidade Tomar (CT) – O IPT tem mantido as aulas online?

João Coroado (JC) – Sim, o Politécnico de Tomar tem mantido as sessões de ensino à distância. Recordo que não fizemos interrupção das atividades letivas e passámos de aulas presenciais para aulas a distância no mesmo dia (12 de março). Este esforço extraordinário só foi possível pela disponibilidade e interajuda de todos, associado às formações e ao apoio do Laboratório de Inovação Pedagógica e Estudo a Distância (LIED) do IPT e da experiência que temos nesta metodologia de ensino. Aproveito para realçar o auxílio na utilização das plataformas usadas para ensino a distância que este Centro tem dado a toda a comunidade escolar do Médio Tejo. Ainda neste contexto, permitam-me fazer referência ao trabalho desenvolvido por um conjunto de voluntários portugueses, no qual participaram docentes do IPT, que traduziram e adaptaram um manual de apoio à aprendizagem flexível muito útil e complementar ao ensino regular presencial, que tem a chancela da UNESCO.

CT – Que outro tipo de atividades tem promovido junto dos alunos?

JC – O Politécnico de Tomar tem acompanhado de forma personalizada os estudantes, quer via e-mail, quer via telefone, no sentido de apoiar todas as suas atividades letivas e não letivas, nomeadamente através do Centro de Informática e Sistemas, do Balcão Único (SPOC) e de um Gabinete de Apoio ao Estudante (WPOC). O Gabinete de Relações Internacionais também tem acompanhado e apoiado o regresso dos estudantes que estão no estrangeiro no âmbito do programa Erasmus e do programa de bolsas de estudo atribuídas pelo Banco Santander. Os estudantes que se encontram nas residências do IPT têm sido apoiados através do Grupo de Mentoria, que tem dinamizado atividades semanais de forma virtual. Para além disto, são disponibilizados em permanência serviços de apoio Coaching, Saúde e Bem-estar, através de uma via de comunicação de proximidade, o Telegram. O serviço de refeições é assegurado em regime de take away, com hora marcada de recolha. E está também ativo um programa de empréstimo de equipamentos, de forma a reduzir as dificuldades relacionadas com as comunicações, nomeadamente através da parceria com o Banco Santander. Podemos, assim, a título de empréstimo, facilitar a utilização de computadores para acompanhamento das sessões letivas.

. Leia a entrevista completa na edição que foi esta quinta-feira para as bancas

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