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Maria do Céu Pazeiro vive e trabalha na Suíça: “Não convivo com absolutamente ninguém a não ser no trabalho”

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Ana Isabel Felício
Comecei a trabalhar no Jornal Cidade de Tomar em 1999. Já lá vão uns anitos. Depois de sair da Universidade e de todas as dúvidas e dificuldades que surgem, foi-se construindo um caminho de experiência, com muitas situações, muitas pessoas, muitas aventuras e, claro, muito trabalho. Ao fim de todos estes anos, apesar de todos os percalços que a vida nos vai dando, cá estou, todos os dias a fazer o meu trabalho o melhor que sei, aprendendo com os que me rodeiam e também ensinando alguma coisa.

Com mais ou menos impacto, o vírus chegou a todos os cantos do mundo. Como tal, procuramos obter um testemunho de um tomarense que esteja a viver fora e que nos descrevesse o ambiente nesse país, em tempo de pandemia.

Deixamos aqui o testemunho de Maria do Céu Pazeiro, tomarense, que vive e trabalha na Suíça. “A situação por cá, na Suíça, como por todo lado vive se com muita apreensão. Vai haver muito desemprego e muitas pessoas vão ficar endividadas, sem poder de compra. O que a Suíça quer evitar a todo custo, sendo que não deixar de trabalhar é também imperativo. Temos, neste momento, 22000 infetados num país de apenas 8 milhões. No entanto há também quem esteja a levar tudo isto muito a sério e ainda há também quem não percebeu muito bem a gravidade. Por cá há imensas pessoas que não indo trabalhar e porque está bom tempo, aproveitam para ir passear e estar com amigos etc. A polícia começou agora a tomar medidas muito severas.

Eu, em particular, continuo a trabalhar, pois sou auxiliar num lar de idosos e o cenário não é dos melhores. O meu dia a dia resume-se em sair de casa às 5h30 para ir (direta ao purgatório) e regressar a casa ao fim do dia.

Leia a notícia completa na edição impressa ou na digital.

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